Transporte IP multitrajeto
Um túnel. Várias saídas físicas.
O PLY recolhe todo o tráfego IP do macOS num túnel do sistema e distribui-o por ligações independentes: cabo, rede móvel, satélite. Sai pelo teu próprio servidor Linux. As aplicações não dão por nada, porque não há nada nelas para mudar: nem SDK, nem SOCKS, nem mexer no código.
- TCPqualquer porta
- UDPqualquer porta
- IPICMP e os restantes
Como ler esta página
A cor indica o meio físico
Violeta é satélite, ocre é rede móvel, turquesa é cabo. Uma cor mantém o mesmo significado em cada esquema, na maqueta do cliente e nas legendas, por isso a legenda só precisa de ser lida uma vez.
O estado aparece na forma como a linha é traçada, nunca na cor. Um trajeto de satélite silenciado continua violeta em vez de se disfarçar do trajeto por cabo.
- Satélite
- Móvel
- Cabo
Da aplicação até à ligação de saída
Um pacote, quatro passagens
Nenhuma das quatro pede seja o que for à aplicação.
01 · Cliente
A aplicação usa a rede de sempre
Um navegador, um terminal, uma chamada ou um protocolo escrito por ti veem uma interface do sistema. O PLY não analisa nem reescreve TCP e UDP.
02 · Packet Tunnel
O sistema entrega IP em bruto
Uma Network System Extension levanta o
utune passa os pacotes ao cliente Rust por uma ponte local que só admite o mesmo utilizador.03 · Transporte
O escalonador distribui os pacotes pelas ligações
Os trajetos verificados transportam datagramas UDP cifrados. O escalonador lê a importância de cada pacote no cabeçalho e gasta redundância em função dela. As confirmações, o FEC e o controlo de congestão continuam a funcionar enquanto uma ligação se degrada.
04 · Saída
O Linux encaminha o tráfego ou aplica NAT
Um TUN persistente solta o tráfego permitido numa rede encaminhada, ou pela ligação de saída escolhida com
MASQUERADE.
O que muda na rede
Por vários trajetos vai a própria rede, não uma aplicação isolada
Um túnel na camada IP
Lá dentro entram IPv4 e IPv6, TCP, UDP, DNS, ICMP e os restantes protocolos permitidos. Um proxy que percebe três deles não serve.
Saída física verificada
Um trajeto conta como vivo quando o servidor viu as suas sondas chegar de um endereço público distinto.
Dois modos de servidor
O
forwardfaz sair o tráfego por uma ligação de saída com NAT. Otunencaminha-o adiante sem mexer nos endereços.Permissões por pacote
O dispositivo recebe um endereço fixo, um modo permitido e uma lista de redes. A origem tem de coincidir com o endereço que lhe foi atribuído.
Cliente macOS 14+
Uma interface que não faz passar duas linhas por duas ligações
O ecrã principal responde primeiro a uma pergunta: se cada trajeto tem uma saída física verificada. A latência, as perdas, a largura de banda e a fila vêm depois. Uma verificação que nunca correu aparece em branco, não como êxito.
Ver o clienteTrajetos
O que cada ligação está a fazer e se é mesmo independente.
Onde se paga a si próprio
Feito para redes que se movem
Um dia de trabalho sobre várias ligações
Chamadas, sessões remotas, sincronização de ficheiros e navegação partilham um túnel. A proteção vai para o estabelecimento de ligação e para o tráfego interativo; um envio de fundo dispensa-a.
Equipas em deslocação
Portáteis e telemóveis em movimento têm uma rede empresarial estável em vez do que a antena mais próxima der.
Navios e locais remotos
Só satélite sai caro e irregular. Junte qualquer segunda ligação e o túnel viaja pelas duas.
Redundância do escritório
Cabo mais modem, ligados. Ninguém dá pelo dia em que cortam a fibra.
Começar
Conte-nos como é a sua rede
Mande o retrato: que ligações tem, o que corre nelas, onde dói. Respondemos com algo concreto, não com um folheto.
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